quarta-feira, 9 de abril de 2008

plenitude

plenitude
Serenamente, tão serenamente
como a folha que cai da azinheira
no verão sem brisa, ao fim da tarde
ponho as mãos no teu rosto
chamas-me Plenitude!
não tenho mais que esse momento
Poesia, 2005/2006
Edição da Autora, 1ª e 2ª edição
Apresentações Públicas
( Lisboa, Vagos, Porto, Vila Viçosa, Montemor-o-Novo, Almada )