sexta-feira, 15 de maio de 2015

Era triste. Duma tristeza maior que a sombra, uma tristeza tamanha, que na crucificação de Cristo via conforto (mas sem a ressurreição). Tudo coberto de negro,trovão, campa... e tinha um jardim por dentro fechado num caixão de chumbo. Um jardim tão lindo! e dele cuidava sentada no moxinho quietinha e de noite dormindo. Às vezes à tardinha escapava-se... seguia uma borboleta uma joaninha, ou chamada por algum pardal entrava pela seara. Quando de lá voltava trazia nódoas de papoilas, malmequeres e florzinhas no vestido e as mãos sujas de terra.

quarta-feira, 4 de março de 2015


Agora sou entre céu e mar da terra ninguém nem por ele! virá por mim e não fecho a minha concha deixo fluir...
A mesa ainda está posta teu corpo marcado na cama em mim réstia de esperança não te demore o silêncio o amor vai-se desprendendo da espera como no jardim a hera crescendo no desejo de usurpar o perfume da rosa

domingo, 28 de setembro de 2014

Só mergulho meus olhos no mar calmo jade Claridade! espelha alegre e doce sentir criança na vida que começo Vagueira Setembro 2014

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Do Amor

Do Amor Prende-me ainda um fio de seda... não espero a palavra certa que frágil laço reforce farei que em luz me desprenda incentivando à conquista partirei se cego for ao mais puro diamante deslumbrando na fria névoa poeta pastor navegante...

sábado, 27 de abril de 2013

Página no Facebook

Tenho página no facebook

Basta entrar no facebook e pesquisar:
Maria José Lascas Fernandes